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| Foto: Arquivo Cefojam |
A formação é gratuita, oferece certificação de 40 horas pelo Ministério da Educação (MEC) e disponibiliza 40 vagas.
As aulas terão início no dia 6 de julho e serão realizadas na antiga Ufamzinha, localizada na Rua Alberto Mendes, nº 2182, no bairro Palmares.
Os encontros ocorrerão às segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h às 17h, sob a condução do professor Jonison Gondin.
O curso integra as ações do Núcleo de Formação em Artes e Culturas Populares do Cefojam, coordenado pelos professores Carlos Carvalho da Silva e Clarissa Suzuki, e tem como proposta discutir a relação entre turismo, cultura e identidade local.
As inscrições podem ser feitas por meio de formulário eletrônico disponível através no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSecb1z_uK5kfo0PcHLPQJLSJJXXOTeKzIz3COBLIscBrJp8TQ/viewform.
Segundo a subsecretária municipal de Turismo, Carla Garcia, a iniciativa busca ampliar as oportunidades de qualificação para quem pretende atuar no setor turístico, especialmente estudantes universitários e pessoas interessadas na área.
“É uma oportunidade para a população parintinense, especialmente universitários e pessoas que se identificam com esse segmento. Quem gosta de turismo e quer ampliar seus conhecimentos pode aproveitar essa oportunidade”, destacou.
A coordenadora do núcleo, Clarissa Suzuki, destaca que a proposta do curso é abordar o turismo a partir das características culturais e da identidade de Parintins, oferecendo uma visão integrada sobre o potencial do município.
“Com essa proposta, buscamos integrar dois elementos fundamentais para compreender a realidade de Parintins: a cultura e a identidade”, destacou.
O Cefojam é um projeto desenvolvido pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), campus Parintins, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi). A iniciativa também conta com apoio da Prefeitura de Parintins.
O centro desenvolve ações voltadas à formação de jovens entre 14 e 29 anos, com foco em relações étnico-raciais, fortalecimento das entidades estudantis e valorização das artes e culturas populares, priorizando a participação de indígenas, quilombolas e outros grupos da juventude amazônica.

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