Coleção de fungos no Parque das Castanheiras passa a integrar acervo da Sedema

Foto: Stephany Farias/Sedema 
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Sedema) recebeu na manhã desta segunda-feira (25) uma coleção didática de fungos produzida por alunos e pesquisadores do Laboratório de Estudos Fúngicos do Centro de Estudos Superiores de Parintins (Cesp), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

A coleção fará parte do acervo biológico e geológico já existente na secretaria e será utilizada em ações de educação ambiental voltadas às escolas, universidades e à população em geral.

A subsecretária municipal de Meio Ambiente, Iradene Brelaz, destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento das atividades educativas desenvolvidas pela secretaria.

“Essa coleção vai contribuir muito para nossa educação ambiental desenvolvida na Sedema. Essas coleções ficarão disponíveis para escolas, universidades e toda a população, permitindo trabalharmos a educação ambiental por meio do conhecimento e contribuindo para a formação do nosso público”, afirmou.

A pesquisadora Dra. Adriana Nunes ressaltou que a coleção foi formada a partir de espécies coletadas e catalogadas no Parque das Castanheiras, reforçando a valorização da biodiversidade do município. 

“Essa coleção vai ajudar nossa população a conhecer a riqueza da biodiversidade presente no município, além de contribuir para a preservação e para o conhecimento da macro e microfauna existentes no parque”, destacou.

Ela também enfatizou a relevância da ciência e da tecnologia no processo de aproximação do conhecimento científico da comunidade parintinense. “Essa coleção didática será de grande valia para o desenvolvimento das atividades do Parque das Castanheiras. Nosso agradecimento pela oportunidade de construirmos essa parceria e de darmos uma resposta à comunidade por meio da ciência, da tecnologia e da disponibilização do conhecimento científico”, completou.

O pesquisador e chefe do laboratório, Dr. Ademir Castro e Silva, explicou que o trabalho desenvolvido pelos pesquisadores e estudantes busca incentivar o interesse científico entre crianças e jovens. 

“Nossos pesquisadores e alunos realizaram essa coleta como uma forma de estimular o conhecimento científico para a garotada, especialmente os alunos do ensino fundamental. Como a trilha da Sedema também possui esse papel educativo, essa parceria foi uma excelente oportunidade de desenvolver um trabalho que vai gerar novas pesquisas e novos estudos em nosso laboratório”, disse.

Segundo ele, a iniciativa também busca despertar nas novas gerações o interesse pela preservação ambiental e pela pesquisa científica.

“O principal objetivo é oferecer uma base para que os alunos possam se aproximar do universo da pesquisa científica e, quem sabe, futuramente contribuir para a preservação da nossa biodiversidade ao reconhecer todo o potencial que ela possui”, concluiu.

Por Stephany Farias/Sedema

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