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| Foto: Divulgação |
De acordo com o presidente da comunidade e coordenador do projeto, Danilo Pantoja de Souza, a ação surgiu da necessidade de devolver à natureza parte do que vinha sendo retirado.
“Diante disso, percebemos que era preciso devolver um pouco à natureza. Em vez de apenas retirar para vender, por que não devolver também? Então decidimos, junto com os comunitários, fazer esse trabalho. Graças a Deus, temos muita força e muito apoio.”, disse.
A coordenadora do projeto, Vanuza Guimarães, destaca a evolução no trabalho de preservação.
“No ano passado, soltamos 150 mil alevinos e, neste ano, vamos soltar 700 mil. É uma grande multiplicação das espécies. Somos muito gratos porque o projeto está sendo reconhecido. As pessoas estão valorizando, participando e acreditando na evolução do trabalho. O que precisamos é de mais pessoas comprometidas com o meio ambiente.”
Além da preservação dos quelônios, a comunidade também desenvolve ações voltadas ao acordo de pesca, que já apresentam resultados positivos, segundo Danilo.
“Já conseguimos repovoar a área de peixes aqui. Ainda não está 100%, mas alcançamos cerca de 70% a 80% de melhora. Hoje já conseguimos pescar para o nosso próprio alimento e também ajudar outras comunidades que moram às margens da estrada. Eles vêm aqui, pedem para pescar e garantem seu sustento. Graças a Deus, todos conseguem levar alimento, e isso nos alegra muito.”
A programação terá início às 8h, com café da manhã comunitário. Às 9h, haverá palestra com representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Meio Ambiente (Sedema), Granave e do Projeto Pé de Pincha.
A soltura dos 700 filhotes está marcada para as 11h. Ao meio-dia, será servido almoço organizado pela comunidade.
Durante a tarde, acontecem torneios esportivos masculino e feminino, com premiações em dinheiro e brindes. À noite, haverá bingo com prêmios e, a partir das 22h, festa dançante com atrações musicais locais.
A coordenação da comunidade Divino Espírito Santo reforça que o Projeto Pé de Pincha é uma iniciativa totalmente sem fins lucrativos com o objetivo único e exclusivo de contribuir para a preservação ambiental e o repovoamento de espécies ameaçadas na região do Lago do Barro.

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