A coordenação do Projeto Pé-de-Pincha realizou, no sábado, 31 de janeiro, a primeira reunião de 2026 com os coordenadores comunitários da iniciativa no município de Parintins.
O encontro teve como objetivo alinhar as ações da terceira fase do projeto, que consiste na soltura dos quelônios criados e protegidos pelas comunidades ribeirinhas.
A reunião marcou o início da programação das atividades previstas para os meses de fevereiro, março e abril, período em que ocorrerão as solturas de quelônios nos municípios de Parintins e Barreirinha.
O encontro contou com a participação de representantes das comunidades do Máximo, Miriti, São Pancrácio, Murituba e Parintinzinho.
De acordo com o coordenador do projeto na comunidade São Pancrácio, do Rio Mamurú, professor Elton Almeida, as comunidades que participaram da reunião já estão se organizando para a realização dos eventos.
“Através dessa coordenação, vai estar nesses locais, nas comunidades, para prestigiar esse momento que é tão importante tanto para a instituição da UFAM, do IFAM, as secretarias de meio ambiente do município de Parintins e Barreirinha, para que possam ter um pouco mais de conscientização e valorização também da biodiversidade”
Também presente no encontro, Ronald Mourão, coordenador do projeto na comunidade Nossa Senhora do Rosário do Máximo, no lago do Máximo, ressaltou a importância do diálogo com as lideranças comunitárias nesta fase do projeto.
“É muito importante nós estarmos dialogando com as outras lideranças das comunidades e assim, sempre fortalecer o nosso projeto, que é algo muito bom para as comunidades, possamos trabalhar os conceitos ambientais e futuramente esse projeto ele só tem a fortalecer no nosso município de Parintins”, ressaltou.
O coordenador do projeto Pé-de-Pincha em Parintins e Barreirinha, Paulo Henrique, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), informou que ainda neste mês deverá se reunir com as secretarias da Prefeitura de Parintins com o objetivo de fortalecer as ações de educação ambiental e de conservação das espécies de quelônios desenvolvidas pelo projeto na região.
“Essa reunião é super importante para programar as solturas, para ter o calendário certinho de quem já marcou a soltura, quem não marcou vai nos informar, e para organizar o que eles vão precisar de material, combustível, para realizar esse momento de entretenimento, de celebração ambiental, da fase final desse trabalho”.

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