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| Foto: Ajuri |
No final de semana, sábado (16) e domingo (17), o Movimento Grito da Periferia realizou o evento “Parintins pela igualdade racial” com o objetivo de promover o debate sobre a discriminação racial no município.
A programação iniciou na noite de sábado (16), com uma roda de capoeira na Praça dos Bois, onde também foi realizada a roda de conversa “Capoeira, Patrimônio da Humanidade e do Brasil", que teve como convidado especial Mestre Cristiano, do Fórum da Capoeira do Amazonas.
Na manhã de domingo (17), o evento continuou em uma das salas do Centro de Estudos Superiores de Parintins, da Universidade do Estado do Amazonas (Cesp-UEA). Palestras, rodas de conversas, oficina de musicalidade, percussão afro, apresentações culturais e roda de capoeira fizeram parte da programação de encerramento.
Através de rodas de conversa, como essa realizada em Parintins, os movimentos pretendem instigar reflexões e debates sobre o racismo no município de Parintins, buscando promover igualdade racial e conscientização sobre a diversidade e a importância de combater preconceitos.
O coordenador de Igualdade Racial do Movimento Grito da Periferia, Orlan Bertrand, destaca a importância de mais eventos para a promoção da igualdade racial em Parintins.
“Queremos atingir maior número de pessoas também e que poder público possa estar junto nessa promoção da igualdade racial. Foi um evento incrível. A luta pela igualdade racial não é só do movimento negro, mas de toda a sociedade”, ressaltou Orlan.
A iniciativa foi coordenada pelo Movimento Grito da Periferia que contou com o apoio do Instituto Cultural Ajuri (INCA), Coletivo de Mulheres Artistas de Parintins Tamo Juntas, Instituto Cultural e do Fórum Permanente de Afrodescendentes do Amazonas (Movimento Negro - Fopaam).

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