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| Renato Santana |
A liderança indígena afirma que situações semelhantes já ocorreram em outras comunidades, incluindo denúncias de contaminação de rios e córregos por agrotóxicos, com impactos sobre a saúde dos moradores.
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) destaca que os ataques estão relacionados à disputa territorial e à demora na demarcação das terras indígenas. Casos registrados em Guyraroka, Panambi-Lagoa Rica e outras comunidades mostram a recorrência de ameaças, violência e contaminação ambiental.
Segundo levantamento do Cimi, o Mato Grosso do Sul registrou, em 2025, 102 casos de violência contra indígenas, incluindo 37 assassinatos. Diante das novas denúncias, a Funai acionou a Polícia Federal para investigar os episódios.
Leia a matéria completa no site do Cimi: https://cimi.org.br/2026/10/envenenar-agua-guarani-kaiowa-nao-e-ameaca-isolada/
