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| Júnior Ferreira/Secom |
Os registros foram confirmados na terça-feira (15) pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP).
Em Tabatinga, os casos envolvem três crianças, de 8, 2 e 1 ano, e uma mulher de 24 anos. Todos os pacientes são de nacionalidade peruana.
As notificações ocorreram em setembro e foram confirmadas por exames laboratoriais. Outros dois casos suspeitos continuam em investigação.
Em Parintins, a vacinação está disponível nas unidades de saúde das zonas urbana e rural.
O atendimento também é realizado pela UBS Fluvial Lígia Loyola e pelas equipes de Saúde Ribeirinha, ampliando o acesso à imunização nas comunidades do município.
A principal vacina contra o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola.
A orientação da coordenadora de Vigilância em Saúde, Elaine Pires, é que os moradores verifiquem a caderneta de vacinação e procurem a unidade de saúde mais próxima para conferir se há doses pendentes.
“Precisamos alcançar o maior número possível de pessoas. Reforçamos a importância de verificar a caderneta de vacinação, tanto de crianças quanto de adultos. Quem tiver dúvida se tomou ou não a vacina deve procurar a unidade de saúde mais próxima, levando a caderneta de vacinação e um documento de identificação. Caso haja alguma dose pendente, a vacinação será realizada conforme a orientação da equipe de saúde”, orienta Elaine.
O sarampo é uma doença infecciosa de alta transmissibilidade. Entre os principais sintomas estão febre, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, coriza e vermelhidão nos olhos.
No Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação e está indicada para pessoas de 12 meses a 59 anos, conforme o esquema vacinal estabelecido pelo Ministério da Saúde.
