CMAS elege nova diretoria por unanimidade para o biênio 2026-2028

Foto: CMAS/Semasth 
O colegiado do Conselho Municipal de Assistência Social – CMAS, reelegeu Joelilce Trindade e Elcilene Gomes Teixeira por unanimidade para conduzir a nova diretoria para mais um mandato de dois anos. A reunião extraordinária ocorreu na manhã desta quinta-feira (27) na Casa dos Conselhos.

Com uma trajetória de 17 anos de trabalho na área social e experiência construída ao longo desse período, Joelilce destaca sua atuação junto às políticas públicas, passando pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA, orientadora social no Creas, assistente social da equipe volante do Cras Paulo Corrêa, articuladora do Selo Unicef e coordenadora municipal do sistema de informações da infância e adolescência do município e trabalhando diariamente no enfrentamento das situações de vulnerabilidade e riscos sociais.

“Mais uma vez nos desafiamos e colocamos nosso nome à disposição para concorrer ao CMAS. Entramos com o propósito de fazer um trabalho diferenciado, representando as instituições pelas quais fomos escolhidas. O controle social é uma política de extrema importância e precisa ser fortalecido”, destacou.

A nova diretoria reforça o compromisso com a participação, fiscalização e acompanhamento das políticas públicas de assistência social.

A diretoria reeleita está composta:

Joelilce Trindade – (presidente), Elcilene Gomes Teixeira (vice-presidente), Davila Gato Bitencourt (secretária executiva) e conselheiros governamentais e não governamentais.

O Conselho é um órgão de controle social e ajuda a garantir que a assistência social seja planejada, executada, fiscalizada e aprimorada. Entre as prioridades da nova gestão está a alteração da Lei nº 148/95 – PGPM.

Na pauta da reunião também ocorreu a apresentação das visitas realizadas pela Comissão de Ética ao Centro Espírita Ana Prado e Cáritas da Diocese de Parintins, que tiveram aprovação do Conselho para inscrição de entidade ou serviços socioassistenciais. Essa aprovação é obrigatória para qualquer organização sem fins lucrativos que deseje atuar legalmente na área da assistência social no município.

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